Um coração apaixonado por Yeshua

Um coração apaixonado por Yeshua
Neste blog você pode compartilhar da minha alegria de servir ao Eterno através do Estudo da Torah. Ah!!! Não esqueça de comentar.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

RECEITA DA CULINÁRIA JUDAICA



RECEITA DA BUREKA


INGREDIENTES

Massa
1 copo de óleo
1 copo de água
2 pires de cafezinho de queijo parmesão ralado
1 colher de café de sal
800g de farinha de trigo
1 ovo para pincelar
Queijo ralado para polvilhar

Recheio de Queijo
1 1/2 xícara de queijo parmesão ralado da melhor qualidade
1 colher de chá de manteiga
4 batatas grandes cozidas e espremidas
2 ovos
1 xícara de queijo minas, ou similar, ralado

MODO DE FAZER

Recheio
Misturar tudo até ficar bem homogêneo e firme.
Aplicar na massa.
Massa
Numa tigela junte o óleo, a água, o queijo parmesão e o sal e mexa bem.
Junte aos poucos a farinha, até formar uma massa nem mole nem dura.
Faça bolinhas pequenas e abra com um rolo (não muito fina).
Coloque o recheio de queijo ou outro de sua preferência e feche.
Corte o excesso com um copo, prensando bem e dando a forma de uma meia lua.
Coloque o pastel numa assadeira untada com óleo.
Antes de levar ao forno, pincele com ovo levemente batido e polvilhe cada Bureka com queijo parmesão.
Asse por 1 hora em forno médio e, no final, diminua para dourar.
Sirva-os quentes ou em temperatura ambiente.
Dicas: 
1- No lugar do queijo parmesão, pode-se polvilhar com semente de gergelim.
2- A qualidade do queijo parmesão influi muito na Bureka. O resultado é surpreendente quando se trata de produto fresco e de ótima qualidade.

SUGESTÃO DE BONS LIVROS



O REFÚGIO SECRETO


Maravilhoso livro, conta a história de uma família que luta

 contra os horrores do nazismo, para ajudar judeus, com a

 única arma que eles tem, O AMOR...



O DIÁRIO DE ANNE FRANK

Diário de Anne Frank foi composto pela então adolescente Anne Frank, no período que se estende de 1942 a 1º de agosto de 1944. Este poderia ser um diário escrito por qualquer garota de 13 anos, nos tempos atuais, com todas as inquietudes e preocupações de uma jovem, se ela não estivesse vivendo justamente em um dos contextos mais difíceis da história da Humanidade, a Segunda Guerra Mundial.
Ela tinha apenas 13 anos e, de repente, viu sua existência sofrer uma transformação radical. Subitamente Anne estava vivendo com sua família e outros judeus, companheiros da mesma sina, ocultos em Amsterdam, na Holanda, na época em que este país foi invadido pelos nazistas alemães.
Em palavras singelas e de fácil entendimento, a garota narra a rotina desta pequena comunidade durante o período em que seus integrantes permaneceram refugiados no porão do gabinete em que seu pai trabalhara, para onde o grupo se dirige ao tomar conhecimento do destino que lhes estaria reservado se fossem capturados pelas forças da Alemanha.
Neste recanto abrigam-se a família de Anne – a adolescente, os pais e a irmã -, e a do Senhor Van Daan – ele, a esposa e o filho Peter, que se torna o melhor amigo da garota, e por quem ela se encanta cada vez mais. A autora deste diário registra a vivência destas pessoas sob a ameaça constante da morte e sua visão pessoal sobre este terrível confronto bélico.
Anne tem a ideia de escrever um diário que pudesse realmente ser publicado após ouvir uma transmissão radiofônica que incentivava as pessoas a documentar os eventos ligados à guerra, pois este material teria, futuramente, um alto significado. Ela inscreve em seus escritos tudo o que se passa no cotidiano dos fugitivos, inclusive sua notória predileção pelo pai, que considerava amoroso e nobre, ao contrário da mãe, com quem a menina estava sempre em confronto.
Depois de tempos difíceis, oficiais da Gestapo descobrem o esconderijo, em 4 de agosto de 1944, prendem os refugiados e os conduzem para diversos campos de concentração. Neste mesmo dia o pai, Otto Heinrich Frank, recebe o diário da filha e, como é o único remanescente do período transcorrido como prisioneiro, luta pela publicação de seus textos, realizando finalmente o sonho de Anne. Com o auxílio da escritora Mirjam Pressler, ele alcança o seu objetivo e lança o diário em 1947.
Na primeira versão muitos trechos foram censurados pelo próprio pai, que tinha consciência do quanto seria controvertido, nesta época, divulgar os conflitos entre mãe e filha, bem como revelar aspectos da sexualidade emergente de Anne. Em edição posterior o diário foi publicado integralmente.
Anne morreu em pleno campo de concentração, em Bergen-Belsen, em fins de fevereiro de 1945. O Diário original está preservado no Instituto Holandês para a Documentação da Guerra. Os direitos autorais da obra de Anne estão reservados ao Fundo Anne Frank, localizado na Suíça, uma vez que Otto Frank faleceu em 1980.
Fontes:
http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_43217.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Diário_de_Anne_Frank

domingo, 5 de janeiro de 2014

Minhas artes



Para o início do ano letivo estarei fazendo peças para sala de aula:
 (janelinha do tempo, painel de aniversariantes, centopeia dos numerais, trenzinho do alfabeto, placa de identificação para porta da sala, cadernos e pastas personalizadas)

Sob encomenda. APROVEITEM E FAÇAM JÁ A SUA ENCOMENDA!!! 

As aulas começarão mais cedo este ano!!!

Sou feliz por ser judia!!!

O judaísmo é como uma arvore frutífera plantada junto a ribeiros de água, tem sua raiz firme e não se abala na dificuldade!

Quem é judeu ou ama o judaísmo entende os princípios de Vida que O Eterno planta em nossas vidas!

Laila tov!
Vivam em abundância! 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

5 de Janeiro de 2014 - 4 de Shevat de 5774




Vivemos num mundo em que todos pensam que se você não tem um título antes ou depois do seu nome é um “ninguém”. Vivemos num mundo em que se você não possui o celular mais moderno, computador ou acessório eletrônico, então você está “por fora”.
Pois penso que, o título, o objeto, o dinheiro – eles não compram felicidade. Como diz o famoso ditado, quando você tem um vai querer dois; quando tem dez vai querer vinte. Olho para meu dedo, para minha joia mais preciosa, a aliança simples de ouro que meu marido me deu.
Simplicidade. Sinceridade.
Pois é com um coração simples, sincero e puro que podemos não apenas atingir os graus mais intensos de proximidade com o outro, mas também com nosso Criador. Para atingir o nível espiritual mais elevado, a pessoa deve se concentrar no brilho que há na simplicidade e sinceridade da conexão. Como nos ensina a nossa Torah, se você quer estar com seu Elohim, seja tamim, sincero, com Ele. BERESHIT (Gn) N 17:1

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A Torah do Eterno é luz para os que nela se firmam!!


"Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a TODA A LEI que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares.
Não se aparte da tua boca o livro desta LEI; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de FAZER CONFORME TUDO quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido." YEHOSHUA (Josué) 1:7-8